O mercado de carros elétricos no Brasil apresentou um crescimento expressivo nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), em 2023, o número de veículos eletrificados ultrapassou 200 mil unidades no país. Este avanço reflete a busca por soluções que unem sustentabilidade e inovação tecnológica.
No entanto, a infraestrutura para recarga ainda é um desafio. Embora estações públicas estejam em expansão, a instalação de carregadores Wallbox em residências e empresas é fundamental para garantir praticidade e autonomia aos motoristas.
Ter um carregador Wallbox em casa traz inúmeros benefícios:
A Tek Energy realiza a instalação profissional de carregadores, ajustando o sistema elétrico à demanda do veículo elétrico, evitando sobrecargas e garantindo eficiência.
Para empresas, a instalação de carregadores elétricos não é apenas um serviço; é um investimento estratégico. Oferecer pontos de recarga atrai clientes e valoriza o empreendimento, seja em shoppings, estacionamentos ou estabelecimentos comerciais.
A Tek Energy oferece suporte completo, desde a análise do local até a implementação, com soluções adaptadas às necessidades comerciais.
Os carros elétricos são o futuro da mobilidade no Brasil, e a infraestrutura de recarga é essencial para seu avanço. Seja em residências ou comércios, a Tek Energy está pronta para apoiar essa transição, oferecendo serviços de instalação de carregadores Wallbox com qualidade e confiabilidade.
]]>A energia solar complementa essa abordagem sustentável, oferecendo uma fonte limpa e renovável para carregar os veículos elétricos. A instalação de painéis solares em residências ou estações de carregamento não apenas reduz os custos de energia, mas também promove a independência energética.
A integração de carros elétricos e energia solar representa um passo crucial rumo a um futuro mais limpo e sustentável. Essa simbiose promove a redução de emissões, economia de custos e maior autonomia energética, transformando a maneira como nos locomovemos e consumimos energia.
]]>No entanto, espera-se que esses números sejam ainda maiores com os dados mais recentes sobre as instalações de energia solar distribuída. Nos próximos dias, espera-se que uma capacidade adicional seja atribuída ao mês de abril, impulsionando ainda mais o crescimento do setor.
Comparando apenas o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2022, houve um aumento de 46% na capacidade instalada de geração distribuída solar. Isso significa um salto de 1.574 MW para 2.299 MW. Ao levar em conta o período entre janeiro e março de 2021 e 2022, o crescimento registrado foi ainda mais impressionante, atingindo 72%, ou seja, de 910 MW para 1.574 MW.
Com base nesses dados, se o ritmo verificado no primeiro trimestre de 2023 continuar, o Brasil poderá instalar um total de 9.196 MW de capacidade de geração solar distribuída este ano. Historicamente, o segundo semestre sempre apresenta um volume maior de capacidade adicionada, o que indica perspectivas ainda melhores para o setor.
É importante ressaltar que a maior parte do crescimento da geração distribuída solar ocorreu em instalações residenciais. Foram mais de 190.800 novos projetos de sistemas fotovoltaicos, totalizando 1.367 MW. Isso resultou em uma capacidade média de 7,16 kW para cada instalação de geração distribuída em residências.
Existem várias vantagens em aderir à geração distribuída de energia solar. Atualmente, muitos países estão incentivando a adoção de fontes alternativas para produção de energia elétrica, buscando abandonar os combustíveis fósseis e adotar fontes renováveis e limpas. A energia solar é uma opção que se encaixa perfeitamente nesse contexto, e podemos aproveitar ao máximo os benefícios da geração distribuída solar no Brasil e no mundo.
O sistema de geração distribuída está avançando rapidamente no Brasil, que possui altos níveis de insolação. Com a tecnologia cada vez mais difundida entre os usuários, os preços dos equipamentos estão diminuindo, o que abre espaço para a popularização da energia solar. É cada vez mais comum encontrar condomínios que produzem toda a energia que consomem, por exemplo.
Uma das principais razões para aderir à geração distribuída é a importância das fontes renováveis. Em locais com poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas esvaziam-se constantemente, o que leva ao acionamento das usinas termelétricas. Essa situação encarece muito a conta de luz. Ao produzir sua própria energia limpa, o consumidor contribui para solucionar esse problema, reduzindo a necessidade de acionar as termelétricas e economizando água, além de ter uma conta de luz mais baixa.
Outro benefício significativo da geração distribuída de energia solar é a criação de empregos de qualidade nas localidades que adotam essa forma de geração. Desde a implementação da Resolução Normativa 482/2012, que permitiu aos consumidores gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis, mais de 147.000 empregos foram criados. Estima-se que nos próximos três anos, mais de meio milhão de pessoas sejam empregadas nesse setor.
A geração distribuída de energia solar fotovoltaica pode ser encontrada em todas as áreas: no campo, na cidade, no comércio, na indústria e nas residências. Isso impulsiona a economia e beneficia amplamente a população brasileira. Segundo dados do Ibope de 2020, 9 em cada 10 brasileiros expressaram o desejo de gerar sua própria energia em casa.
Diante de todos esses fatos, fica claro por que os benefícios da geração distribuída solar não param de aumentar. Com tantos problemas climáticos e de distribuição de água, é essencial adotar um sistema mais eficiente, sustentável, econômico e de baixo custo, que beneficie a todos. Agora que você sabe que a geração distribuída de energia solar já aumentou em 2,5 GW no Brasil em 2023, existem ainda mais motivos para aderir a essa fonte limpa e inesgotável de energia.
Fonte: Aldo Blog
Do total de energia consumida, aproximadamente 24.214 MW médios foram destinados ao Mercado Livre, que fornece eletricidade para a indústria e grandes empresas, como shoppings e redes de varejo. Esse volume representa um leve aumento de 0,4% em comparação ao ano anterior.
Os demais 41.051 MW médios foram direcionados ao mercado regulado, que engloba residências e pequenos comércios, registrando uma ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo a CCEE, no mercado regulado, a demanda poderia ter sido 3,4% maior em abril se não fossem os painéis solares instalados na modalidade de geração distribuída (GD). Nesse tipo de sistema, os consumidores contam com a produção própria de energia durante a maior parte do dia, o que reduz a dependência do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Em relação à geração de energia, as hidrelétricas forneceram cerca de 53.828 MW médios para a rede elétrica em abril, apresentando uma diminuição de 1% na matriz. Por outro lado, as usinas de geração térmica registraram um aumento de quase 15%, impulsionado pela maior participação das usinas a biomassa da cana-de-açúcar.
As fontes alternativas de energia mantêm uma participação significativa na produção de eletricidade. Os parques eólicos geraram 7.002 MW médios, apesar de uma queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Já as fazendas solares alcançaram a geração de mais de 2.001 MW médios em abril deste ano, representando um aumento de quase 60% em comparação ao ano anterior.
Quanto à análise regional, as regiões Nordeste e Norte apresentaram os maiores aumentos na demanda de energia, influenciados pelo crescimento do Mercado Livre e pelas temperaturas acima da média registradas no mesmo período do ano anterior. Essa situação impulsionou o uso de equipamentos de refrigeração, como o ar-condicionado.
Por outro lado, as regiões Sudeste e Centro-Oeste tiveram a menor demanda devido ao clima mais ameno. O estado do Espírito Santo registrou a maior queda, com uma diminuição de 4,7%, seguido por Mato Grosso do Sul (-3,9%) e Rio de Janeiro (-3,8%).
Fonte: Canal Solar
As informações constam no Plano de Investimentos da Empresa, lançado nesta terça-feira, dia 9, em evento no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis, com a presença do governador Jorginho Mello e da vice-governadora Marilisa Boehm.
“É um momento ímpar para Santa Catarina, que será beneficiada com o maior investimento da história no sistema elétrico catarinense. Isso representa mais oferta, qualidade e disponibilidade de energia para a população e para quem gera emprego e renda. Um investimento que dá segurança para o empresário permanecer no estado e expandir seus negócios e permite que Santa Catarina possa atrair novos investidores, sendo cada vez mais competitiva”, destacou o governador Jorginho Mello, que chegou ao evento dirigindo um carro elétrico da Celesc.

O presidente da companhia, Tarcísio Estefano Rosa, também ressaltou a importância do investimento para melhorar a qualidade de vida da população e promover o desenvolvimento econômico. “O Plano contempla ações que darão mais recursividade e robustez ao sistema elétrico em todo o território catarinense e prevê a construção de 20 novas subestações e 41 ampliações e melhorias em subestações já existentes. Isto certamente será refletido em melhores condições para SC crescer e dar mais qualidade de vida para quem vive e trabalha em nosso Estado”, afirmou o presidente da Celesc, Tarcísio Estefano Rosa.
Em todo o estado, os investimentos previstos para o sistema elétrico incluem a construção de novas subestações (SEs), ampliação e melhorias em SEs já existentes e a construção de linhas e redes de distribuição de energia elétrica. O planejamento apresentado foi elaborado após estudos realizados pela área técnica da Celesc, que consideraram a demanda de cada região e o crescimento previsto para os próximos quatro anos. “É importante ressaltar que estes investimentos são uma previsão e que este plano pode ser revisitado ou ampliado, em caso de novas necessidades identificadas”, explica o diretor de Distribuição da Companhia, Claudio Varella do Nascimento.

Parte importante do Plano de Investimentos da Celesc, o Governo do Estado e a Fundação Certi, parceira no projeto, também assinaram a Ordem de Serviço que marca o lançamento da 3ª Etapa do Corredor Elétrico Catarinense. Com investimento aproximado de R$ 6 milhões, esta fase do projeto prevê a instalação de mais 10 estações de recarga de veículos elétricos em todas as regiões do estado.
Com uma das maiores rotas eletrificadas do Brasil, Santa Catarina hoje conta com mais de 1.500 quilômetros de estradas com estações de recarga — 34 já instaladas, entre semirrápidas (com a duração do carregamento de 80% de um veículo entre 3 e 8 h) e rápidas (entre 30 e 40 minutos).
Nesta nova etapa do projeto, realizado por meio do programa de P&D/Aneel da Celesc em parceria com a Fundação Certi, deverão ser instaladas outras 8 estações de recarga semirrápida e duas estações ultrarrápidas. “Com o modelo ultrarrápido a previsão é de que a recarga de 80% do veículo dure apenas 15 minutos”, contou o diretor de Planejamento, Controles e Compliance da Celesc, Marcos Penna. A seleção dos locais onde as novas estações de recarga serão instaladas deverá ocorrer por meio de uma nova chamada pública.
O lançamento ocorre no momento em que o setor vem conquistando mais adeptos e quando já circulam mais de 3 mil veículos híbridos plug-in e puramente elétricos em SC, ou seja, modelos que podem ser conectados às estações.

Outros projetos que integram o Plano de Investimentos Celesc
Além dos empreendimentos por região, o Plano de Investimentos também trata dos aportes nos variados projetos em que a Celesc atua. Entre os quais:
Energia trifásica
No campo e nas cidades, serão aportados R$ 40 milhões em 500 quilômetros de redes elétricas, que devem beneficiar 20 mil produtores rurais catarinenses. As obras já começaram na região de Videira.
Celesc Geração
Já o parque gerador da empresa deve receber, até 2026, cerca de R$ 460 milhões para sua expansão, modernização e diversificação de fontes.
Entre os destaques está a reativação da Usina Maruim, com 1,0 MW, uma usina histórica, inaugurada em 1910 e desativada em 1972, que foi a primeira fonte de energia elétrica da Grande Florianópolis. As obras de reativação desta usina estão em curso e têm previsão de conclusão para março de 2024.
Outro importante investimento da Celesc na área de geração será a ampliação da Usina Salto Weissbach, em Blumenau, inaugurada em 1914. Com investimentos de cerca de R$ 230 milhões, as obras devem ser licitadas no segundo semestre de 2023 e executadas em 30 meses. Como resultado, sua capacidade instalada será aumentada dos atuais 6,3 MW para 29,3 MW.

Novo sistema comercial
Com o foco no cliente e na eficientização dos processos comerciais da companhia, está em andamento a implantação do novo sistema comercial da Celesc, o Projeto Conecte. Com a iniciativa, a empresa passará a utilizar a SAP S/4 HanaUtilities, uma plataforma integrada, moderna e com interface mais intuitiva, que agrega gestão comercial, agência web e demais canais de atendimento ao público, melhorando de forma significativa a experiência de clientes e empregados.
Eficiência Energética
Por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), serão investidos cerca de R$ 80 milhões nos próximos quatro anos, beneficiando clientes de todas as classes de consumo da Celesc (industriais, residenciais, comerciais e de serviço, iluminação pública, Poder Público, rurais e de baixa renda). O objetivo do programa é estimular inovações em eficiência energética, além de incentivar a redução do consumo de energia, por meio da troca de equipamentos antigos por versões mais novas e eficientes, da geração de energia por fontes renováveis e por campanhas educativas para conscientização quanto ao uso racional da energia elétrica.
Responsabilidade social
Além dos investimentos programados, a Celesc mantém seu compromisso com a comunidade. Por meio de uma política de patrocínios consolidada e de chamadas públicas, a Empresa utiliza incentivos fiscais para apoiar projetos sociais, como as Leis de Incentivo à Cultura e ao Esporte, o Fundo da Infância e da Adolescência, o Fundo do Idoso e o Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica.
Outro projeto de destaque e que terá continuidade nos próximos anos é o Programa Jovem Aprendiz, voltado ao público de vulnerabilidade social. O desenvolvimento profissional e pessoal destes jovens se dá por meio de cursos e capacitações de mercado, em um programa que é referência para ações sociais de outros órgãos públicos e empresas privadas.

Fonte: Agência Catarinense de Notícias Escrito por: SECOM
Vale lembrar que a Petrobras já aumentou a gasolina 13 vezes desde janeiro de 2021, época do início da escalada de preços de combustíveis no país. Em relação ao diesel, foram 11 aumentos no mesmo período.
Com esse novo aumento, a gasolina é reajustada para as distribuidoras em 18,8%, com um preço médio que passa de R$ 3,25 para R$ 3,86 o litro. Quanto ao diesel, o aumento é maior e fica em 24,9%, subindo o valor em quase R$ 1 por litro, passando de R$ 3,61 para R$ 4,51.
No entanto, antes deste último aumento, o maior havia sido registrado em 19 de fevereiro de 2021. Na ocasião, a gasolina passou a ser 10,2% mais alta e o diesel, 15,2%. Assim, de acordo o OSP, a gasolina deve superar os R$ 7 na média nacional e o diesel pode chegar a aproximadamente R$ 6,46 nos postos.
Combustíveis como causa da inflação
No ano passado, os combustíveis responderam por praticamente metade da inflação. Demonstrativos financeiros da Petrobras indicam que a companhia vendeu petróleo e derivados pelos maiores preços de sua história. E assim, gerou um lucro acima dos R$ 100 bilhões, segundo Eric Gil Dantas, economista do Ibeps e do OSP (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais).
De acordo com a opinião do economista, o Brasil tem muito petróleo, além de um grande parque de refino e não precisa se tornar refém dos preços internacionais. Assim, a Petrobras pode segurar os preços em benefício da população brasileira, sem levar prejuízo. Enquanto essa situação perdura e preocupa a todos, podemos pensar em soluções. Assim, os carros elétricos podem salvar o bolso e são uma alternativa altamente benéfica a médio e longo prazo.
Até agora, ficou claro que, além dos problemas óbvios de poluição, os combustíveis fósseis não param de ter reajustes de preços. Além disso, estão com os dias contados, tornando-se obsoletos e escassos. Diante disso, o setor automotivo já está buscando soluções alternativas e sustentáveis para contornar o problema no mundo todo.
Manter um carro elétrico pode custar até 10 vezes menos que um modelo a combustão. Essa informação resulta de um estudo feito pela UCorp, uma startup brasileira de tecnologia e soluções de mobilidade corporativa dedicada aos veículos elétricos.
Tal pesquisa comparou os custos relativos à eficiência, manutenção e emissão de CO2 dos dois tipos de veículos. E, um dos destaques dos elétricos é a não emissão de gases de efeito estufa. Com isso, ao longo de seu ciclo de vida, eles emitem muito menos poluentes que o modelo a combustão. Além disso, claro, a parte prática: os carros elétricos podem salvar o bolso frente as constantes altas dos combustíveis fósseis.
Só o veículo movido a gasolina, por exemplo, libera, em média, 150 gramas de gás carbônico por km rodado, além dos demais gases poluentes. Além disso, após 20 mil km rodados, o carro a combustão produz até 3 toneladas de CO2 contra apenas 70 kg emitidos pelo elétrico. É muita diferença.
Segundo análise da UCorp, um carro a combustão chega a ter, 2.400 peças, em média, com uma revisão periódica a cada um ano no valor médio de R$ 800,00. Quanto aos elétricos, essa quantidade cai para aproximadamente 250 peças com uma revisão periódica anual custando, em média, R$ 250,00. Sendo assim, essa diferença recai diretamente nos custos de manutenção e no retorno sobre o investimento.

Os custos para recarga constituem mais uma importante vantagem. De acordo com estudos recentes, para encher o tanque de um veículo a combustão, é preciso gastar, em média, R$ 310,00 (considerando um tanque de 45l e R$ 6,90 o litro da gasolina). Já, para carregar um carro 100% elétrico, com uma bateria de 40kW, a carga completa ficaria em média R$ 36,00, ou seja, aproximadamente, 9 vezes menos. Isso se torna ainda mais relevante quando pensamos nas sucessivas altas da gasolina.
Além disso, as frotas eletrificadas melhoram a gestão das empresas em relação ao uso dos carros pelos colaboradores. Assim, reduz-se o tráfego nas ruas, as multas e, ainda, há economia na locação de veículos pelas empresas.
Os movimentos a favor do aumento da frota elétrica pelo mundo são muitos. A General Motors, recentemente, anunciou um investimento de 35 bilhões de dólares em veículos autônomos e elétricos até 2025. Anunciou, também, uma parceria com a Honda para o projeto de dois SUVs elétricos novos. Já, no Brasil, a Nissan acabou de ampliar sua rede de concessionárias autorizadas para a venda do elétrico Leaf, de 7 para 44 pontos de venda.
Os carregadores de carros elétricos AC Walblbox fornecem um ponto de recarga de alta qualidade e excelente custo-benefício. Possibilita ainda updates remotos de softwares e diversas opções de conectividade para gerenciamento da energia consumida. Portanto, a solução carregadores Wallbpx mais carros elétricos podem salvar o bolso com o mega-aumento no preço dos combustíveis.
Os carros elétricos podem salvar o bolso e são alternativa para a alta dos combustíveis e a eliminação dos poluentes emitidos na atmosfera. Ainda são veículos mais caros que os convencionais, mas, será que no final das contas não valem mais a pena?
Apesar dos enormes desafios pelos quais estamos passando, em longo prazo, há uma inevitável tendência global de aderir aos carros elétricos. Com a deflagração desta guerra, causando muitos transtornos de importação e elevando os preços do petróleo, precisamos de alternativas urgentes. Além disso, é uma chance única de acelerar a transição dos veículos a combustão para os elétricos.
Fonte:https://www.aldo.com.br/blog/carros-eletricos-podem-salvar-o-bolso/
]]>Sob a perspectiva do planejamento urbano, hoje, variados tipos de veículos são passíveis de usar eletricidade. No entanto, a grande expectativa está nos carros totalmente elétricos.
Contudo, a preocupação está na questão de continuar os investimentos em automóveis particulares. Isso porque, embora eles sejam limpos, tendem a sobrecarregar ainda mais o trânsito das cidades. Portanto, uma alternativa mais interessante, de acordo com especialistas, seria a aposta no transporte coletivo. Nesse sentido, parece bem razoável pensar que os carros elétricos são a solução para a mobilidade urbana.
Segundo o Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, a eletromobilidade é uma questão urgente para minimizar os problemas climáticos. Sua tecnologia é de zero emissão, mas sozinha, não é capaz de solucionar o problema da mobilidade urbana.
Para tanto, é fundamental que ela seja empregada preferencialmente no transporte público e usada para o atendimento de territórios e populações mais vulneráveis.
Se não for pensado dessa forma, trocaremos os engarrafamentos poluentes para engarrafamentos sem emissão de gases poluentes. Assim, os deslocamentos urbanos continuarão problemáticos e de difícil acesso para uma parcela da população.
Embora a urgência seja grande, para colocar ônibus elétricos circulando nas ruas, é preciso lidar com uma complexidade operacional desafiadora e desencorajadora para as cidades. Uma delas é o fato de que técnicos e especialistas qualificados para assumir tais projetos ainda estão em desenvolvimento.
Em paralelo a isso, muitos dos contratos de transporte público vigentes não têm cláusulas obrigando ou incentivando a adoção de tecnologias sustentáveis. O resultado é o risco de termos a adesão à eletro mobilidade travada. E isso é esperado, uma vez que, nesses negócios, o menor preço é o critério predominante como custo-benefício.
O incentivo ao uso de transporte individual, subsidiado e isento de impostos aconteceu com uma política dos anos de ouro dos combustíveis fósseis. E a eletromobilidade quebra tal paradigma inteiramente, uma vez que traz o conceito de mobilidade compartilhada. É o compartilhamento de modais, veículos e automóveis autônomos.
São Paulo, por exemplo, tem hoje, apenas 18 ônibus totalmente elétricos. No entanto, o prefeito Ricardo Nunes (MDB), declarou que, até 2024, o sistema de transporte público contará com 2.600 ônibus elétricos.
Será, então, mais uma estratégia para diminuir a emissão de poluentes. Assim, o Programa de Metas poderá ser cumprido, com 20% da frota composta por ônibus elétricos até o final de 2024.
Essas ações serão parte do cumprimento da Lei de Mudanças Climáticas pelo município. A ideia, portanto, é reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 50% até 2028, zerando as emissões até 2038.
Assim, espera-se que toda a frota seja alterada em 20 anos, chegando ao total de 14.400 ônibus elétricos na cidade. Com isso, teríamos a maior frota de ônibus elétricos urbanos do Ocidente, perdendo apenas para Shenzhen e Pequim, ambas na China.
Tal meta, bastante ambiciosa, se cumprida, poderá surtir um efeito multiplicador, já que diversas cidades brasileiras já anunciaram planos de aderir aos ônibus elétricos. Por se tratar de um tema fortemente regulado pelo poder público, a eletrificação do transporte público tem demorado mais para emplacar.
Entretanto, Shenzhen é fonte de inspiração para a adoção desse modelo. A cidade chinesa foi pioneira na transição para uma frota de ônibus totalmente elétrica. E, embora o país tenha uma matriz energética baseada principalmente no carvão, a mudança, iniciada em 2009, já reduziu 48% das emissões anuais de CO2.
Podemos, então, pensar que carros elétricos são a solução para a mobilidade urbana se transferirmos boa parte dos esforços em frotas de ônibus.
Assim, mais de 30 cidades espalhadas pelo mundo assinaram a Declaração de Ruas Verdes e Saudáveis da rede C40. Com isso, assumiram atribuições políticas a fim de transformar suas frotas de ônibus em veículos com emissão zero.
Tais benefícios poderiam ser ainda melhores no Brasil, uma vez que 65% da energia elétrica daqui é produzida por fontes renováveis. Assim, de acordo com o cálculo da ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico, podemos imaginar um cenário hipotético de eletrificação em 100% da frota nacional.
Mesmo assim, o aumento da demanda de energia seria de apenas cerca de 10%. Isso porque a maioria das recargas feitas nos carros elétricos seria noturna, nas garagens.

Podemos contar com um futuro promissor onde os carros elétricos são a solução, porém, não imediato. A Boston Consulting Group (BCG) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores realizaram um estudo. C
om isso, demonstraram que, dependendo do cenário econômico que o Brasil apresentar nos próximos anos, a quantidade de veículos leves eletrificados corresponderá a 432 mil unidades em 2030. Isso representa algo em torno de 12% e 22% das vendas, podendo chegar a 1,3 milhões ao ano em 2035.
Outra dificuldade para a adoção do modelo elétrico pode estar nas dimensões continentais do Brasil. No entanto, mesmo que isso seja um desafio, não deve ser motivo para inviabilizar a transição.
Contudo, pode ser resolvido mais facilmente caso a eletromobilidade se torne uma agenda nacional e não apenas nas localidades. Assim, ficará cada dia mais viável acreditar que carros elétricos são a soluçãopara um mundo mais sustentável e apto a oferecer qualidade de vida.
Fonte: https://www.aldo.com.br/blog/carros-eletricos-sao-a-solucao/
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A energia eólica e a energia solar deverão aumentar para quase 50% da geração mundial até 2050 devido à redução drástica de custos e ao advento de baterias mais baratas, o que permitirá que a eletricidade seja armazenada e descarregada para atender a mudanças na demanda e no fornecimento.
Hoje, a Bloomberg NEF (BNEF) publicou sua análise anual de longo prazo do futuro do sistema elétrico global – o New Energy Outlook (NEO) de 2018. O relatório de 150 páginas baseia-se em uma pesquisa detalhada, feita por uma equipe de mais de 65 analistas em todo o mundo, incluindo modelagem sofisticada de sistemas de energia país a país, e a dinâmica de custos em evolução de diferentes tecnologias.
As perspectivas deste ano são as primeiras a destacar o enorme impacto que a queda nos custos das baterias terá no mix de energia nas próximas décadas. A BNEF prevê que os preços da bateria de lítio-íon, que já caíram cerca de 80% por megawatt-hora desde 2010, continuarão a cair à medida que a produção de veículos elétricos aumente ao longo dos anos 2020.
Seb Henbest, chefe da Europa, Oriente Médio e África da BNEF e principal autor do NEO 2018, disse: “A estimativa é que US$548 bilhões sejam investidos em baterias até 2050, dois terços disso conectado à rede e um terço instalado behind-the-meter em residências e empresas.”
O NEO 2018 prevê um investimento de US$11,5 trilhões em todo o mundo em nova capacidade de geração de energia entre 2018 e 2050, com US$ 8,4 trilhões deste total em energia eólica e solar, e outros US $1,5 trilhão em outras tecnologias de carbono zero, como hidrelétrica e nuclear.
Esse investimento produzirá um aumento de 17 vezes na capacidade solar fotovoltaica em todo o mundo e um aumento de seis vezes na capacidade de energia eólica. A estimativa é que o custo nivelado da eletricidade, ou LCOE (sigla em inglês), de novas usinas fotovoltaicas caia mais 71% até 2050, enquanto eólica terrestre cairá mais 58%. Estas duas tecnologias já registraram reduções de LCOE de 77% e 41%, respectivamente, entre 2009 e 2018.
Elena Giannakopoulou, chefe de economia de energia da BNEF, disse: “O carvão surge como o maior perdedor a longo prazo. Superado pelo custo da energia eólica e fotovoltaica para geração de eletricidade em massa, e baterias e gás pela flexibilidade, o sistema elétrico futuro se reorganizará em torno de energias renováveis baratas – o carvão será pressionado”.
O papel do gás no mix de geração evoluirá, com aumento na construção e utilização de usinas elétricas a gás para proporcionar suporte para as energias renováveis, em vez de produzir a chamada eletricidade de carga base ou contínua (round-the-clock). A BNEF estima que US$ 1,3 trilhão será investido em novas capacidades até 2050, quase a metade em usinas de ‘pico a gás’, em vez de turbinas de ciclo combinado. A geração a gás terá um aumento de 15%, entre 2017 e 2050, embora sua participação na eletricidade global caia de 21% para 15%.
As tendências globais para queima de combustível não serão boas a longo prazo para a indústria do carvão, mas serão moderadamente encorajadoras para o setor de extração de gás. O NEO 2018 estima que a queima de carvão nas usinas cairá 56% entre 2017 e 2050, enquanto a de gás aumentará 14%.
A perspectiva de queda para o carvão significa que o NEO 2018 oferece uma projeção mais otimista para as emissões de carbono do que o relatório equivalente de um ano atrás. A BNEF agora prevê um aumento das emissões globais do setor elétrico de 2% em 2017 para um pico em 2027 e depois uma diminuição de 38% em 2050.
Confira as informações completas no site da Bloomberg.
Fonte: CicloVivo
]]>Cinco mil pessoas são esperadas para a edição brasileira do maior evento do mundo sobre cidades inteligentes, que será realizado nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, no Expo Renault Barigüi.
Alinhada com esses temas, a Itaipu Binacional, uma das organizações parceiras do evento, vai apresentar alguns de seus projetos de maior impacto no campo da produção de energia limpa e renovável, bem como na mobilidade elétrica.
Há quase 10 anos, a Itaipu, em parceria com diversas instituições, vem estimulando na Região Oeste do Paraná a produção de energia a partir do biogás, que é obtido com o tratamento de dejetos da agropecuária.
Essa fonte energética assim como a energia solar pode ser utilizada tanto para a produção de eletricidade como para energia térmica ou veicular. Além de eliminar a produção de gases efeito estufa, o processo tem como subproduto o biofertilizante.
Esse sistema já é utilizado em cooperativas, agroindústrias e granjas dedicadas à suinocultura e à pecuária de leite. E o mesmo sistema pode, também, ser aplicado no tratamento de esgotos urbanos, transformando um problema (a poluição) em solução (energia limpa e renovável).

Veículos elétricos
A Itaipu também vem atuando há uma década na pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos, bem como no armazenamento de energia (baterias), componente que é essencial para a disseminação desse tipo de tecnologia.
A binacional, inclusive, acaba de inaugurar o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos (CPDM-VE), espaço com mais de 3 mil metros quadrados de área construída e que conta com laboratórios, oficinas, ferramentaria e showroom, entre outro espaços voltados à pesquisa e inovação.
Entre os projetos que serão desenvolvidos no centro estão a segunda geração da bateria de sódio com tecnologia nacional, em parceria com a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI); sistemas inteligentes de armazenamento de energia, com aplicação em áreas isoladas; e soluções para gestão de energia e mobilidade.
O que é uma cidade inteligente?
O enfoque atual é na cidade criativa e sustentável, que faz uso da tecnologia em seu processo de planejamento com a participação dos cidadãos.
Segundo a união Européia, SmartCities são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida.
Esses fluxos de interação são considerados inteligentes por fazer uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana para dar resposta às necessidades sociais e econômicas da sociedade.
De acordo com o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha, 10 dimensões indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, o meio-ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e a economia.

Apesar de ser um conceito relativamente recente, o conceito de Smart City já se consolidou como assunto fundamental na discussão global sobre o desenvolvimento sustentável e movimenta um mercado global de soluções tecnológicas, que é estimado a chegar em US$ 408 bilhões até 2020.
Atualmente, cidades de países emergentes estão investindo bilhões de dólares em produtos e serviços inteligentes para sustentar o crescimento econômico e as demandas materiais da nova classe média.
Ao mesmo tempo, países desenvolvidos precisam aprimorar a infraestrutura urbana existente para permanecer competitivos. Na busca por soluções para esse desafio, mais da metade das cidades europeias acima de 100.000 habitantes já possuem ou estão implementando iniciativas para se tornarem de fato Smart Cities.
Vale do Pinhão
Palestras de representantes de startups da capital e propostas de revitalização dos bairros que fazem parte do projeto Vale do Pinhão serão algumas das atrações do espaço de 200 metros quadrados, uma espécie de praça central (Smart Plaza) no Expo Renault Barigui.
“Até a realidade virtual será usada para mostrar aos participantes do Smart City Expo o grande ecossistema de incentivo à inovação que está sendo desenvolvimento com o Vale do Pinhão”, antecipa Frederico Augusto Munhoz da Rocha Lacerda, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, responsável pelo projeto idealizado pelo prefeito Rafael Greca.
Frederico lembra que o Vale do Pinhão contempla uma série de ações integradas de incentivo à tecnologia, revitalização de regiões com emprego e renda, criação de startups (novas empresas) e educação voltada à cultura da inovação.
Inscrições e programação
As inscrições para o Smart City Expo Curitiba 2018 já podem ser feitas. A área da feira poderá ser visitada de maneira gratuita, mediante cadastro no site www.smartcityexpocuritiba.com. Já para a área de congresso, é necessário realizar a inscrição e comprar o passaporte para os dois dias.
O Congresso do Smart City Expo Curitiba 2018 reunirá 18 palestrantes internacionais e 36 palestrantes do Brasil. Os debates ficarão concentrados em quatro temas: Tecnologias Disruptivas, Governança, Inovação Digital e Cidades Sustentáveis do Futuro.
A programação com temas detalhados e horários foi lançada pela FIRA Barcelona esta semana. As palestras abordarão temas relacionados à inovação em cidades, envolvimento governamental, participação da população em políticas públicas e serviços, economia sustentável, inclusão social, promoção de startups e desenvolvimento de ambientes urbanos sustentáveis, gestão inteligente de recursos, aplicabilidade de soluções tecnológicas e sustentáveis, entre outros.
Também estarão em debate a utilização e a aplicação de tecnologias emergentes que podem transformar as cidades, como indústria 4.0, big data, internet das coisas, robótica, blockchain, inteligência artificial e realidade virtual.
Inscrições e programação: https://www.smartcityexpocuritiba.com/.
Fonte: Ambiente Energia
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